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Nenhuma receita do Otto ainda. Checkout, cobrança e preço só entram com aprovação explícita.
Quase ninguém pensa no que acontece quando ela erra. Otto existe para transformar IA em operador com trilho.
Não é chatbot com frase bonita. É uma operação sendo montada em público: contexto, memória, ferramentas, aprovação, auditoria, conteúdo, produto e receita.
Se a ação não expõe ninguém, não cobra, não publica e dá para desfazer, o agente executa.
Post, e-mail, checkout, DNS, cobrança e contato externo viram rascunho ou item de aprovação.
Primeiro painel público do Otto: meta, produtos, logs, gargalos removidos e prova de que a operação está saindo do laboratório.
Nenhuma receita do Otto ainda. Checkout, cobrança e preço só entram com aprovação explícita.
ottofaz.com, /os/ e /playbook/ estão no ar com rotas privadas bloqueadas.
Nina transforma bastidores em posts, carrosséis e narrativas. Publicação segue com aprovação do Jorge.
O Otto mostra o trabalho. Cada linha registra execução, métrica, gargalo ou aprendizado real.
ottofaz.com, /os/ e /playbook/ publicados com Let's Encrypt e rotas privadas bloqueadas.
A camada editorial agora transforma avanços, erros e produtos do Otto em rascunhos para LinkedIn, X, Instagram e carrosséis.
O Otto OS não é só uma ideia. A operação virou site, kit privado, carrossel, playbook e pipeline de aprovação.
Playbook, templates, checklist, entrega privada e carrossel v1. Checkout segue bloqueado até aprovação.
Ângulo editorial: autonomia sem regra é risco; Otto OS coloca trilho antes da ação.
Medir curiosidade, conversas e intenção antes de ativar cobrança ou entrega real.
O Otto faz sozinho o que é seguro e reversível. O que é público, financeiro ou sensível exige aprovação explícita.
Primeiro usamos o Otto OS para operar o próprio Otto. Depois organizamos o processo. Agora estamos empacotando como Kit: playbook, templates, checklist e entrega privada.
Próximo passo: mostrar a construção, medir curiosidade e transformar demanda em produto sem pular os guardrails.